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sábado, 3 de agosto de 2013

Ministério estuda a saúde nacional

http://itacareagora.blogspot.com.br/

O Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, vai elaborar, a partir deste mês, a primeira edição da Pesquisa Nacional de Saúde.

O estudo proporcionará um dos mais completos diagnósticos sobre a saúde dos brasileiros. No sul da Bahia, o levantamento será realizado em Itabuna, Ilhéus, Buerarema, Ubaitaba e Itororó.

Em Itabuna, a pesquisa será no posto de saúde Ubaldino Azevedo e em Ilhéus na Unidade de Saúde do Salobrinho 1. Na Bahia, foram selecionados 79 municípios para a pesquisa e destes, 34 vão realizar exames de sangue e urina.

A Pesquisa Nacional de Saúde faz parte do Plano de Enfrentamento de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis. A meta é produzir novas informações sobre os hábitos de alimentação e tabagismo.

Também sobre o uso de bebidas alcoólicas, prática de atividades físicas e fatores associados aos comportamentos não saudáveis da população.

Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo principal é dotar o país de informações sobre as determinantes, as condicionantes e as necessidades de saúde, o uso e avaliação dos serviços de saúde junto à população.(A Região)

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

ITACARÉ EM BREVE CONTARÁ COM SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU)

Vistoria do Ministério da Saúde aprova regionalização do Samu


Imagem Ilustrativa
Na tarde desta segunda-feira (3) o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Ilhéus recebeu técnicos do Ministério da Saúde para uma vistoria em sua sede, localizada no bairro do Malhado. A vistoria faz parte do processo para a regionalização do serviço do Samu de Ilhéus. Segundo o diretor-administrativo, Edson Freitas, a visita foi bem sucedida e a regionalização para a sede de Ilhéus foi aprovada.

Ainda, segundo o diretor Edson Freitas, agora será gerado um relatório no qual os últimos ajustes deverão ser solicitados para a finalização do processo. Os técnicos do Ministério da Saúde também visitaram as cidades de Canavieiras e Itacaré. O objetivo é verificar as condições dessas cidades para aderirem a regionalização. Assim, é provável que estas duas localidades sejam as primeiras a serem reguladas pelo Samu Regional de Ilhéus. A previsão para o início da regulação nestes municípios seja em fevereiro.

A regionalização do Samu de Ilhéus atenderá uma área microrregional com 21 municípios beneficiando um total de 720 mil habitantes. Cidades como Canavieiras, Una, Itacaré e Valença fazem parte dessa microrregião. Todos os municípios integrantes receberão uma ambulância de unidade básica ou de unidade avançada. O Samu de Ilhéus realizará a regulação dos atendimentos nestes municípios, através da central de atendimentos 192.

A regionalização representa um grande avanço para a região, já que estas cidades não possuíam atendimento móvel de urgência, além da geração de empregos, destinação de mais verbas e estrutura para o Samu da cidade de Ilhéus. A regionalização do Samu é um projeto de âmbito nacional do Ministério da Saúde e que já ocorre também em outras regiões da Bahia, a exemplo de Eunápolis que é a cidade reguladora daquela região. (agravo.blog)

sábado, 17 de novembro de 2012

MINISTÉRIO DA SAÚDE CORTA VERBA PARA 99 MUNICÍPIOS BAIANOS

O Ministério da Saúde suspendeu nesta sexta-feira (16) o repasse de recursos destinados à área de vigilância sanitária para 1.421 municípios que não abasteceram regularmente o Sistema de Informação Ambulatorial. 
A portaria publicada no Diário Oficial da União estabelece a mesma punição para 89 cidades que não cadastraram serviços de vigilância sanitária no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde.
A verba que ficou retida é referente ao terceiro quadrimestre de 2012. Para recuperá-la, os municípios devem atualizar as informações nos sistemas do Ministério da Saúde, que repassará os recursos no mês seguinte ao da regularização. Para o estado da Bahia, foram suspensos os recursos para os municípios de: 
A suspensão dos repasses é usada pelo Ministério da Saúde como forma de garantir a aplicação correta dos recursos e a prestação de contas das cidades. A suspensão só é feita quando os municípios atrasam o preenchimento das informações obrigatórias por pelo menos dois meses consecutivos.
Municípios sem cadastro de VISA no SCNES
Barra do Mendes 
Itanhem
Morpará
Municípios baianos com informação irregular no SIA/SUS
  1. Abaíra 
  2. Adustina 
  3. Água Fria 
  4. Aiquara 
  5. América Dourada 
  6. Angical 
  7. Baianópolis 
  8. Barra 
  9. Barra do Mendes 
  10. Belmonte
  11. Boninal
  12. Brejolândia
  13. Buritirama
  14. Cachoeira
  15. Caculé 
  16. Cairu 
  17. Camamu
  18. Campo Alegre de Lourdes
  19. Candiba
  20. Capim Grosso
  21. Caravelas
  22. Catolândia
  23. Caturama
  24. Conceição da Feira
  25. Cotegipe
  26. Cravolândia
  27. Curaçá 
  28. Dário Meira
  29. Elísio Medrado
  30. Encruzilhada
  31. Entre Rios
  32. Érico Cardoso
  33. Gentio do Ouro
  34. Heliópolis
  35. Ibirapuã
  36. Ibirataia
  37. Ibititá
  38. Ipupiara 
  39. Iraquara
  40. Itagi
  41. Itamaraju
  42. Itamari 
  43. Itanhém
  44. Itapitanga
  45. Itiruçu
  46. Jucuruçu
  47. Laje
  48. Lamarão
  49. Manoel Vitorino
  50. Mansidão
  51. Maraú
  52. Marcionílio Souza
  53. Mascote
  54. Medeiros Neto
  55. Miguel Calmon
  56. Milagres
  57. Morpará
  58. Muniz Ferreira
  59. Nazaré
  60. Nova Itarana
  61. Nova Redenção
  62. Nova Viçosa
  63. Novo Triunfo
  64. Paramirim
  65. Paratinga
  66. Pedro Alexandre
  67. Pilão Arcado
  68. Planaltino
  69. Quixabeira
  70. Remanso 70
  71. Retirolândia
  72. Riacho de Santana
  73. Ribeirão do Largo
  74. Rio do Antônio
  75. Salinas da Margarida
  76. Santa Bárbara
  77. Santa Cruz Cabrália
  78. Santaluz
  79. São Desidério
  80. São Domingos
  81. Saubara
  82. Sebastião Laranjeiras
  83. Serra do Ramalho
  84. Serrinha
  85. Simões Filho
  86. Sítio do Quinto
  87. Sobradinho
  88. Souto Soares
  89. Tanque Novo
  90. Taperoá 
  91. Uauá
  92. Ubatã
  93. Valença
  94. Vereda
  95. Wanderley
  96. Wenceslau Guimarães
Fonte: Agência Brasil.

domingo, 4 de novembro de 2012

SUS DÁ APOIO A QUEM QUER PARAR DE FUMAR

Em dois anos, quase metade dos fumantes atendidos pelo Programa Nacional de Controle do Tabagismo deixou o cigarro. O Ministério da Saúde investe, por ano, cerca de R$ 22,5 milhões na compra de medicamentos para tratar o tabagismo.
O Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto Nacional do Câncer (Inca) oferece ampla assistência a quem quer parar de fumar, desde o acompanhamento do paciente por profissionais de saúde até a oferta de medicamentos – entre adesivos, pastilhas, gomas de mascar e o antidepressivo bupropiona.
O tabagismo é responsável por cerca de 200 mil mortes por ano no Brasil e é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como doença epidêmica. A dependência da nicotina faz com que os fumantes se exponham continuamente a mais de quatro mil substâncias tóxicas, fator de risco para aproximadamente 50 doenças, principalmente as respiratórias e cardiovasculares, além de vários tipos de câncer.
“Para ter acesso ao tratamento, basta estar decidido a parar de fumar e procurar uma unidade de atendimento credenciada”, orienta o diretor de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento.
A ações previstas no Sistema Único de Saúde para estimular os fumantes a vencer a dependência estão inseridas no Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNTC). Só nos últimos dois anos (2010 e 2011), 242,4 mil pacientes foram atendidos em unidades credenciadas ao PNTC. Desse total, estima-se que quase metade – 115,5 mil pessoas – deixou de ser fumante.

Atualmente, o SUS conta com cerca de 2,3 mil unidades credenciadas para o tratamento do tabagismo em mais de mil municípios nos 26 estados e no Distrito Federal. A relação destas unidades pode ser obtida junto às secretarias municipais de saúde.
“Ao procurar apoio para deixar de fumar, o paciente realiza exames e passa por uma avaliação clínica, onde o profissional identifica qual a relação do fumante com o cigarro e traça um plano terapêutico para ele”, explica José Miguel. O tratamento é realizado por meio de consultas individuais ou sessões em grupo para a prevenção a uma possível recaída.
Caso haja indicação, são prescritos medicamentos com o objetivo de reduzir os sintomas da síndrome de abstinência à nicotina. “O objetivo é fazer com que a pessoa reflita sobre os benefícios de uma vida sem cigarro e se mantenha firme na decisão”, diz o diretor.
Pesquisas mostram que, todo ano, cerca de 80% dos fumantes desejam parar de fumar; porém, apenas 3% deles conseguem. “O que comprova que o acompanhamento profissional e a conscientização sobre a importância de se manter o tratamento são essenciais para o alcance da meta”, afirma.
A adesão ao Programa Nacional de Controle do Tabagismo depende do interesse das secretarias municipais de saúde. O governo federal é responsável pela compra e distribuição dos medicamentos às secretarias de saúde. O número de produtos enviados aos estados e, posteriormente, aos municípios, é definido pelo Inca.
Fonte: Portal do Planalto e Ministério da Saúde

 
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